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Baixa oferta de conteúdo e problemas de conexão ofuscam lançamento. 'SF V' tem versões para PS4 e PC; preço varia entre R$ 100 e R$ 280.
As V-Triggers, V-Skills e V-Reversals são as grandes responsáveis pelos acertos. Elas são golpes de fácil execução que acionam um status ou comando especial dependendo de cada lutador. Não foram poucas as vezes que surpreendi o tempo de pulo do oponente com o "hadoken" carregado de Ryu, fruto de sua V-Trigger. Ou frustrei um ataque adversário ao rebater uma magia usando a V-Skill de M. Bison.
É inaceitável um game desse porte, com tantas fases de teste anteriores, que quer construir um cenário forte e competitivo pela internet, ser lançado assim. Mas até aí, parece que virou regra aceitar esse tipo de defeito no lançamento de um jogo multiplayer.
Vamos jogar sozinho e.... nada. Não há opções. Não existe um modo "arcade", aquele basicão, em que você enfrenta vários oponentes, depois um chefe e assiste a um final diferente para cada lutador.
O "modo história" disponível neste momento é patético, um plano de fundo irrisório de cada personagem onde você disputa três ou quatro lutas sem desafio algum.
Ao jogar "Street Fighter V", o modelo do novo "Hitman" não soa estranho. Com o intuito de atrair mais público para um jogo AAA (que é mais caro), a Square Enix fatiou o game em várias etapas e cobra mais barato pela primeira delas. O resto sai ao longo do ano, junto do "feedback" dos jogadores.
A Capcom deveria ter tomado decisão similar. Porque da forma que "Street Fighter V" está, vale mais a pena esperar pelo que vai acontecer com o game de luta antes de pensar em gastar o seu dinheiro.
Da forma como foi lançado na terça (16), "Street Fighter V" é apenas a planta do prédio que poderá vir a se tornar um dia. Um projeto rabiscado a lápis preto em que você consegue ver onde ficam os quartos, a sala de estar e o banheiro, mas que não mostra todos os ambientes conectados entre si. E que exige pagamento à vista apenas para visitar o apartamento – que nem mobiliado está.
Esta capinha transforma seu smartphone em um Game Boy e foi mostrada em funcionamento na E3
por Andrew Liszewski
O pessoal da Neowin descobriu uma coisa bem legal durante a E3 deste ano. Originalmente mostrado como brincadeira de primeiro de abril, o Smart Boy da Hyperkin não apenas foi demonstrado durante a feira com um design atualizado, como também estava funcionando perfeitamente e deve ser lançado até dezembro deste ano.
Projetado para ser um jeito melhorado de jogar games antigos no smartphone sem precisar usar controles na tela, que quase nunca oferecem a mesma precisão dos controles convencionais, o Smart Boy tem botões físicos e um esquema de cores que lembra o Game Boy original da Nintendo. Ele até tem entrada de cartuchos do portátil na traseira, que talvez funcionem a partir da emulação do hardware, e usa o smartphone apenas como uma tela para ele.
O problema? Ele foi projetado para funcionar tanto com iPhone quanto com Android, mas na E3 só a versão do sistema do Google funcionava. Não chega a surpreender, considerando a abundância de emuladores de Game Boy disponíveis na Google Play Store, enquanto usuários de iPhone precisam usar esquemas nem sempre confiáveis para rodar jogos antigos no iOS. Para quem quer muito poder jogar games do passado em qualquer lugar, é um ótimo motivo para mudar do iOS para o Android.
[Neowin via SlashGear]
Imagens via Neowin
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